Um sistema que não dorme. Depois do cadastro, um sistema de detecção antifraude acompanha o que acontece nas conversas. Conta que começa a agir como golpe (o padrão é conhecido, e a gente não vai descrever aqui) é congelada na hora, automaticamente, antes de a conversa ir longe; o que não congela sozinho chega na hora a uma pessoa da equipe. Quem é congelado vê “Sua conta está em análise” e só volta se uma pessoa da equipe liberar.
A conversa avisa sozinha. Quando aparece pedido de Pix, boleto, taxa ou um “suporte” em outro número, o chat mostra o aviso de segurança pra babá, ali mesmo, na hora. Antes de alguém cair.
Leitura de segurança. As conversas passam por uma leitura de segurança, automática e humana, procurando sinais de alguém pedindo dinheiro, se passando pela Babá Certa ou tratando a outra pessoa com desrespeito. Inclusive o que foi apagado. Apagar a mensagem não apaga o que a gente viu.
Gente decide. O sistema sinaliza e congela; quem decide é uma pessoa da nossa equipe, que lê a conta inteira. Quem entrou pra enganar alguém é banido pra sempre: CPF, e-mail, telefone e aparelho. Não adianta criar outra conta. Quem foi congelado por engano é liberado e avisado.
O que isso quer dizer pra você
Não existe lugar sem risco, e a gente não promete isso; desconfie de quem promete. O que a gente promete é que aqui ninguém entra anônimo, ninguém aplica golpe em silêncio e ninguém volta depois de ser banido. Isso tira do caminho boa parte de quem chega pra enganar. O resto é a decisão da família, com tudo na mão.