Um espaço só seu.
Quando você pede pra gente ir mais fundo sobre uma candidata, o que a nossa equipe encontra não chega por e-mail. Não vira anexo solto, não fica rodando por aí. Chega num lugar seguro, feito só pra sua família — e que só você abre.
A chave é o seu app
Funciona assim: você senta no computador — porque tem leitura que pede tela grande e um pouco de silêncio — e o app te mostra o caminho. Na tela do computador aparece um código QR. Você aponta o app pra ele, como quem destranca uma porta. O app confirma que é você. Pronto: você entrou.
Sem senha nova pra inventar e esquecer. Sem cadastro extra. Sem link mágico esperando no e-mail. A chave é o app no seu celular — que já sabe quem você é.
Apontou, entrou.
O app é a sua chave.
Lá dentro, tudo explicado com calma
Cada candidata que você pediu pra conhecer melhor tem a sua própria página: tudo o que a gente confirmou sobre ela, em português claro — o que a nossa equipe consultou, o que encontrou e o que aquilo significa na prática. Sem juridiquês, sem tabela pra decifrar.
Você lê no seu tempo. Fecha, dorme, volta amanhã, relê antes de decidir. Ninguém apressa você — quem entra na sua casa não se escolhe correndo.
E se você pediu o Dossiê completo, é lá que chegam também a entrevista a fundo conduzida pela nossa psicóloga e as conversas com os ex-patrões que ela indicou.
O que cada nível de verificação confirma — e como a gente verifica cada pessoa, dos dois lados — está em como verificamos.
Por que a gente faz assim
Porque isso é informação sensível sobre uma pessoa real.
A candidata autorizou cada consulta — aqui, nada acontece nas costas de ninguém. Ela confiou que a gente ia tratar a história dela com respeito. E e-mail não é lugar de respeito: anexo se encaminha sem querer, dorme anos numa caixa de entrada, acaba parando num grupo de WhatsApp sem ninguém perceber.
Então a gente construiu uma sala com porta. E o mesmo cuidado que protege ela protege vocês: aqui, o que é seu — seu telefone, seu endereço, suas conversas — também não fica circulando.
A LGPD pede exatamente isso: cuidado de verdade com dado sensível. A gente assina embaixo com gosto. Respeito, por aqui, funciona pros dois lados.
O que as famílias perguntam
Perguntas boas — porque são sobre cuidado.
Posso mandar o link pra alguém?
Não existe link pra mandar — e é de propósito. O acesso é seu, pelo seu app. Se quiser a opinião de alguém de confiança, sentem juntos e abram na mesma tela. Informação sensível se divide assim: lado a lado, não por encaminhamento.
Por quanto tempo fica lá?
O tempo de você decidir com calma — dá pra voltar e reler quantas vezes precisar. Mas não fica pra sempre: informação sensível tem prazo pra existir, e os nossos estão escritos na Política de Privacidade. Se você excluir sua conta, tudo vai junto.
A babá sabe que eu pedi a verificação?
Sabe. Nenhuma consulta acontece sem o consentimento dela — ela autoriza quando se cadastra e de novo a cada vaga em que aceita participar. Confiança, por aqui, se constrói às claras, dos dois lados.
Preciso criar mais uma senha?
Não. O Portal da Família não tem senha — quem abre é o seu app, com o celular na sua mão. Uma senha a menos pra esquecer, uma porta a menos pra alguém tentar forçar.
Tudo começa no app
É lá que você cria a sua vaga de graça, conversa sem pressa e, quando uma candidata despontar, pede pra gente ir mais fundo. O Portal da Família fica pronto, esperando o dia em que você precisar dele.
O app chega este mês — o botão te leva pra lista de espera.